Half-life 2
Jogo 2004: Os Overwatch
Dr. Breen faz de seu lar o alto da Cidatel em City 17. Breen evitando que a humanidade tente algo contra ele, ele remaneja pessoas entre as cidades, fazendo constantes conexoes. Ele controla toda midia no planeta, tambem instala grandes teloes nos centros das cidades passando a mensagem de que as mudancas veem a melhorar o planeta, e que morar em cidades como City 17 voce esta seguro.
Breen diz a seguinte mensagem nos telões de City 17:
Devemos agradecer aos nossos benfeitores por nos concederem as tréguas desta forca esmagadora. Eles acionaram um interruptor e, de uma só vez, exorcizaram os nossos demônios. Eles deram-nos as forcas que nunca conseguiríamos reunir para vencer esta obsessão. Elas deram-nos um objetivo. Eles voltaram o nosso olhar para as estrelas. Asseguro-vos que o campo de proibição será desativado no dia em que nos saibamos controlar... No dia em que provarmos que já não precisamos dele. E esse dia de transformação, sabe-se de fonte segura, esta bem próximo. Permitam-me que leia uma carta que recebi recentemente. "Caro Dr. Breen. Por que razão decidiu a Aliança proibir o nosso ciclo reprodutivo: Atentamente, Um Cidadão preocupado." Obrigado pela carta, Sr. Preocupado. A sua pergunta aborda um dos impulsos biológicos básicos, com todas as esperanças e receios que se associam, relacionados com o futuro da espécie. Também detecto algumas perguntas implícitas. Os nossos benfeitores sabem, realmente, o que e o melhor para nos! Que direito tem de tomar estas decisões pela humanidade! Alguma vez desativarão o campo de supressão, permitindo que voltemos a reproduzir-nos!
Permitam-me aliviar a ansiedade subjacente as suas preocupações, em vez de tentar responder a todas as possíveis perguntas que estejam implícitas.
Primeiro, tenhamos em conta que, pela primeira vez na historia da espécie, a imortalidade esta ao nosso alcance.
Este simples fato tem implicações inimagináveis. Obriga-nos a repensar e rever a forma radical os nossos próprios imperativos genéticos.
Também requer planejamento e reflexão, algo que se opõe diretamente a nossa programação neural.
Em momentos como este, considero importante lembrar que o nosso verdadeiro inimigo e o nosso instinto.
O Instinto foi a nossa mãe no principio da espécie.
O Instinto acarinhou-nos e protegeu-nos nos anos difíceis, quando não tínhamos utensílios e cozinhávamos numa precária fogueira.
E estremecíamos perante as sombras que deslizavam pelas paredes da caverna.
Mas, inseparável do Instinto e a sua obscura gêmea, a superstição.
O Instinto esta inextrincavelmente ligado a impulsos irracionais e hoje vemos a verdadeira natureza. O Instinto esta cociente da sua irrelevância e, qual fera encurralada, não vai desistir sem uma luta sangrenta.
O Instinto deseja ferir de morte a nossa espécie.
O Instinto cria os seus próprios opressores e pede-nos que nos revoltemos contra eles.
O Instinto diz-nos que o desconhecido e uma ameaça, e não uma oportunidade.
O Instinto, astuta e dissimuladamente, afasta-nos da mudança e do progresso.
O Instinto deve, por isso, ser eliminado. Deve ser enfrentado com unhas e dentes, a começar pelo mais básico impulso humano, o da reprodução.